manual do planejamento pedagógico

Manual do Planejamento Pedagógico: 6 etapas para gerir o ano escolar

A escola é um organismo vivo, em constante transmutação. Para que suas ações sejam efetivas, faz-se necessário olhar para o passado, ter foco no presente e projetar o futuro. Isso significa acompanhar a realidade do mundo contemporâneo para a promoção de uma educação focada no desenvolvimento integral do ser humano e seu amadurecimento, espelhar-se no que já foi feito de bom, resolver problemas recentes e longínquos, melhorar estratégias e encontrar novas ferramentas de trabalho.

Nesse sentido, o planejamento pedagógico não se distancia do conceito de planejamento de qualquer outra atividade humana ― não importa se estamos falando de mercado financeiro, da criação de um evento, da construção de uma ponte ou de uma viagem.

De acordo com um artigo publicado na revista Educar da UFPR (Universidade Federal do Paraná),

“Planejar, em sentido amplo, é um processo que visa dar respostas a um problema, através do estabelecimento de fins e meios que apontem para a sua superação, para atingir objetivos antes previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro, mas sem desconsiderar as condições do presente e as experiências do passado…”

Nesse contexto, o planejamento pedagógico tem uma função indispensável às práticas educacionais. No entanto, essa é uma atividade minuciosa e que requer atenção especial.

Por isso, criamos este manual a fim de que você consiga desenvolver um planejamento pedagógico mais engajado com os valores institucionais e as demandas atuais da sociedade para inovação na educação. Acompanhe as próximas linhas!

O que é planejamento pedagógico?

Antes de mais nada, é preciso saber que o planejamento pedagógico começa antes mesmo de o ano letivo anterior acabar. Para que seja possível estabelecer diretrizes e ações para o ano seguinte, é necessário fazer uma avaliação de todos os pontos positivos e negativos do ano anterior, a fim de que sejam propostas melhorias no processo de ensino-aprendizagem.

Com isso, podemos dizer que o planejamento pedagógico é uma reflexão sobre a ação pedagógica visando à tomada de decisões estratégicas para o ensino no ano que se inicia. Mais que um momento burocrático ― para determinação de planos de aula, distribuição de conteúdos, calendário, fechamento de turmas etc. ―, é nessa etapa que a escola busca um reencontro com seu projeto político-pedagógico.

Isso se faz necessário porque o planejamento pedagógico determina ações que recaem sobre toda a comunidade escolar e interferem nas relações entre direção, supervisão, professores, alunos e até mesmo seus familiares. Ou seja, trata-se do eixo condutor de professores de diferentes componentes curriculares, já que ali define-se o tipo de formação educacional que a escola pretende oferecer e as etapas de organização do trabalho a ser realizado.

Para serem evitadas lacunas prejudiciais ao ensino, o planejamento pedagógico tem foco na articulação entre os programas curriculares definidos pelo MEC (Ministério da Educação), secretarias estaduais e municipais de educação e os serviços oferecidos pelas escolas (neste caso, a rede de ensino privado, em geral, costuma ter uma oferta de opções no currículo maior que a pública).

Além da esfera legislativa, todas as estratégias definidas para a ação docente são racionalizadas e organizadas de acordo com a problemática existente no contexto social e cultural no qual a escola está inserida. Isso só pode ser feito de maneira efetiva a partir das evidências colhidas ao longo do ano que passou e debatidas entre o corpo docente e diretivo.

Nesse sentido, o planejamento pedagógico não pode ser uma ação mecanizada na qual são decididas estratégias de modo vertical e imperativo. Logicamente, a direção tem o papel de observar a escola de forma mais ampla, mas a construção do planejamento depende essencialmente de elementos oferecidos pelos professores a partir de suas vivências em sala de aula.

Esses elementos, contudo, não surgem no momento em que se inicia a semana de planejamento; eles consistem em registros e observações levantados ao longo do ano letivo anterior. Por isso, algumas escolas atrelam ao planejamento pedagógico uma semana de formação acadêmica (ou capacitação profissional), na qual são discutidos temas inerentes aos problemas e desafios da instituição, bem como são debatidas questões da contemporaneidade.

O planejamento pedagógico tem a finalidade de esboçar intenções educacionais das escolas, os motivos desse pensamento e como isso será convertido em ações no processo de ensino-aprendizagem. Sendo assim, deve ser construído de forma ampla e, posteriormente, cada grupo de educadores pensará em conjunto as ações direcionadas às respectivas fases do ensino (da primeira infância até a preparação para o vestibular).

Qual é a importância do planejamento pedagógico?

O planejamento pedagógico é uma das principais ferramentas da gestão escolar e tem influência em toda a comunidade envolvida com a escola. No cotidiano da sala de aula, oferece clareza aos objetivos da escola e propicia aos educadores o conhecimento de novas ações e metodologias que garantam maior produtividade ao ensino, a fim de quebrar a monotonia da educação tradicional.

Especialmente nesta Quarta Revolução Industrial, que deu origem à Educação 4.0 — decorrente da era digital —, o planejamento pedagógico ratifica-se como documento essencial para coordenar a modernização do ensino. Por meio dele, os professores são capazes de conhecer seu papel dentro da sala de aula, definir sua postura em relação à instituição e saber como utilizar os recursos disponíveis para as práticas educativas esperadas.

Um exemplo disso é justamente a integração de novas tecnologias ao ensino (plataformas digitais, aplicativos, uso de tablets e smartphones etc.). Como se dá esse processo de transformação e como preparar a adaptação do professor para associar esses recursos à sua didática?

A resposta está no planejamento pedagógico, uma vez que sua abordagem precisa necessariamente ir ao encontro do perfil da geração atual de alunos, em conjunto com as expectativas da família e da sociedade em geral.

Dessa forma, o planejamento pedagógico ganha ainda mais importância por conter a proposta pedagógica e curricular da escola, servindo de base para que o professor ganhe autonomia e liberdade em sua atuação docente. Com essas diretrizes — ou, podemos dizer, caminhos predefinidos —, cada educador terá condições de construir sua metodologia de trabalho de maneira integrada com os macro-objetivos institucionais e garantir maior engajamento dos alunos.

Se pararmos para observar um panorama histórico da sala de aula, os últimos anos foram alguns dos mais desafiadores para o professor. No espaço de pouco mais de uma década, seu papel de detentor do conhecimento foi drasticamente modificado para assumir outras competências, como mediador do processo de ensino-aprendizagem e tutor das descobertas em sala de aula.

Sem um planejamento pedagógico bem definido e incorporado por cada educador, ensinar poderá se tornar um processo árduo pelo fato de muitas das práticas pedagógicas utilizadas tradicionalmente já não fazerem mais sentido, especialmente após o advento das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) aplicadas ao ensino.

Aqui entra o papel da coordenação e da direção: estimular que o planejamento pedagógico saia do campo das ideias e seja aplicado ao cotidiano escolar, como forma de reafirmar o papel de cada educador. Um dos maiores desafios, porém, é fazer com que os professores abracem realmente tais propostas em suas práticas, particularmente em fases de grandes mudanças.

Contudo, se realizado da forma correta, o planejamento pedagógico antecipará possíveis acontecimentos e apontará os melhores caminhos para lidar com eles. Com isso, muitos imprevistos poderão ser evitados e os professores obterão mais qualidade em suas práticas educativas, cujos reflexos se mostrarão no maior desenvolvimento dos alunos.

Quais são os tipos de planejamento pedagógico?

O planejamento pedagógico é abrangente e pode ser definido com base em diferentes esferas, de acordo com as demandas legislativas, institucionais, curriculares, do mercado ou com foco no próprio ensino. Vale lembrar que um item não exclui o outro. Para que isso fique mais claro, vamos citar alguns tipos de planejamento pedagógico essenciais para a escola. Confira a seguir.

Planejamento do sistema de educação

Trata-se da esfera legislativa do ensino e é de responsabilidade do Estado. Seu objetivo é determinar as diretrizes da política nacional de educação, incluindo toda a estrutura e funcionamento do sistema educacional brasileiro. Tem como resultado o PNE (Plano Nacional de Educação), cuja validade é de 10 anos (atualmente, está em vigência o decênio 2011-2020).

Sua construção é feita com base em uma abordagem racional e científica acerca dos problemas encontrados na educação brasileira. Inclui a definição de prioridades no ensino, sobretudo na rede pública, e estabelece uma relação entre os diferentes contextos socioeconômicos, políticos e culturais de cada região do país.

Para definir as próprias ações pedagógicas, as escolas apoiam-se no PNE e em uma série de outras diretrizes oficiais.

Planejamento pedagógico

Esse é o foco deste manual. Também conhecido como planejamento escolar, é resultado da reunião de todo o corpo de educadores, os quais vão decidir em conjunto os rumos dos próximos 200 dias letivos.

Em geral, acontece ao longo da semana que antecede o início das aulas e também tem a função corporativa de integrar novos profissionais à cultura organizacional e às práticas educativas estabelecidas na instituição.

Veja, na lista a seguir, os itens que costumam ser debatidos ao longo desses encontros:

  • direcionamentos a respeito da organização e administração escolar;
  • normas gerais de funcionamento, direitos e deveres de cada membro da comunidade escolar;
  • atividades coletivas dos professores;
  • calendário de atividades;
  • grade de horários;
  • período de avaliações e sistema de notas;
  • atividades extraclasse, oficinas e projetos adjacentes;
  • trabalho psicopedagógico, relações interpessoais e parcerias com as famílias;
  • metas para o ano letivo e estratégias de ação para atingi-las;
  • avaliação dos projetos realizados no ano anterior;
  • definição de novos projetos para o presente ano letivo;
  • temas transversais a serem trabalhados juntamente com o currículo básico;
  • revisão do projeto político-pedagógico.

Planejamento curricular

Embora o MEC defina, por meio dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), os componentes curriculares a serem integrados à escola anualmente, cada instituição ― pública ou privada ― não deve simplesmente se limitar à execução de tais diretrizes.

Especialmente nas escolas privadas, que lidam com uma série de demandas particulares do público que atendem, é primordial buscar formas de integrar diferenciais no ensino e adaptar os PCNs tanto aos objetivos pedagógicos oficiais quanto aos das famílias.

Um exemplo disso são as escolas bilíngues. Para que funcionem plenamente, elas precisam adaptar o currículo obrigatório a uma grade de disciplinas diferenciadas no idioma estrangeiro, além de outras atividades complementares ao currículo internacional. Dessa forma, atendem a uma demanda de pais interessados em uma formação avançada em outra língua, ao mesmo tempo que valorizam as determinações do MEC.

Planejamento do ensino

O planejamento do ensino é uma consequência do planejamento curricular. Sob orientação da coordenação pedagógica, o professor tem autonomia para definir suas melhores práticas e os resultados desejáveis, desde que estejam em consonância com os macro-objetivos da escola.

É o momento em que o docente vai se debruçar sobre o próprio programa de trabalho e estabelecer as abordagens mais adequadas, verificar recursos disponíveis, rever o que foi feito e até mesmo adotar mudanças na trajetória do ensino.

Portanto, deve ser um plano de ações coerente, orgânico e flexível, organizado temporalmente (em formato bimestral, trimestral, semestral ou anual). Em essência, o planejamento do ensino deve conter os 4 pontos seguintes:

  1. objetivos específicos resultantes dos macro-objetivos educacionais;
  2. todos os conhecimentos a serem aprendidos pelos alunos, conforme determinação do projeto pedagógico;
  3. mapa de ações, recursos e procedimentos para um ensino motivador, focado no melhor desempenho dos alunos;
  4. métodos e instrumentos de avaliação que cumpram a função didático-pedagógica de diagnosticar e controlar o processo de ensino-aprendizagem, pensando no melhor desenvolvimento dos alunos.

Como fazer um planejamento pedagógico? Veja 6 etapas

Com o intuito de facilitar a você e à sua equipe o desenvolvimento de um planejamento pedagógico mais eficiente e que atinja resultados reais no ensino, elencamos a seguir algumas etapas fundamentais na construção de seu plano de ação.

1. Reúna todo o corpo docente e equipe

Como dissemos anteriormente, o planejamento pedagógico eficaz é aquele construído de forma coletiva e que envolve direção, coordenação e professores. Antes de mais nada, faça desse momento uma semana pedagógica dedicada a preparar a escola para o início do ano letivo.

Se possível, elabore temas e proponha reflexões com base nas experiências vividas no cotidiano da sala de aula ao longo do ano anterior. Além disso, aponte tendências na educação que você gostaria de implantar na escola e demonstre caminhos para melhorar a atuação docente. Promova ciclos de debates e palestras com profissionais especialistas e valorize a voz dos professores.

2. Analise dados de planejamentos anteriores

Faça um comparativo com o planejamento de anos anteriores. Observe não apenas os objetivos atingidos, mas principalmente como o ensino veio se transformando ao longo dos anos. Além disso, é possível aproveitar projetos que deram certo e repaginá-los para o ano letivo presente.

Também compare dados importantes de seu sistema de gestão escolar ou de pesquisas realizadas internamente e tente cruzá-los com o planejamento pedagógico. Por exemplo:

  • relatórios gerenciais;
  • índice de aprovações e reprovações;
  • taxa de evasão escolar;
  • nível de satisfação das famílias.

Tente identificar se algum desses resultados (positivos ou negativos) teve relação direta com as propostas dos anos anteriores. Se for possível, ainda, crie mapas demonstrativos para apresentar aos professores.

3. Proponha novas metodologias

Como engajar alunos e professores e ter melhores resultados no ensino? Essa é uma pergunta pulsante na mente de qualquer gestor escolar. A verdade é que as escolas ainda se adaptam para enfrentar os desafios da educação do século 21 e precisam implantar novas formas de ensinar.

Portanto, traga o sentido da inovação para seu planejamento pedagógico. Um exemplo disso é a adoção do ensino híbrido e da sala de aula invertida.

Essas práticas dão novo sentido ao papel do professor na sala de aula e, sobretudo, tornam o aluno um protagonista no processo de ensino-aprendizagem, ao mesmo tempo que valorizam a prática de cada conteúdo abordado.

4. Reveja o planejamento regularmente

O planejamento pedagógico não é um certificado para ficar emoldurado na parede do diretor. Pelo contrário, deve ser constantemente revisitado, tanto para verificar se o andamento da escola está em conformidade com as diretrizes estabelecidas quanto para eventuais readequações.

Ainda nas reuniões de planejamento, determine períodos de balanço ao longo do ano. Realize encontros a cada bimestre ou trimestre e, se desejar, inclua representantes dos funcionários, dos pais e até mesmo dos alunos e colha dados e opiniões.

5. Faça alterações necessárias

Não se sinta pressionado a manter o rumo dos trabalhos se forem notadas lacunas que estão prejudicando o alcance das metas. É provável que tenham de ser feitas emendas ou reorganizações, a fim de que seja cumprido o estabelecido, ou mesmo alterações caso se perceba alguma incompatibilidade entre a ideia e a ação.

6. Dê feedbacks

A cada retificação ou acréscimo de informações no planejamento pedagógico, é importante tornar público o que foi determinado e por quê. Dessa forma, você consegue uma gestão mais transparente e evita desencontros que prejudiquem o engajamento da comunidade escolar com as ações propostas.

Os feedbacks também são importantes para que o corpo docente saiba qual caminho está seguindo e se as ações individuais estão de acordo com os ideais da escola. Por isso, é importante lembrar que qualquer alteração no planejamento pedagógico pode gerar impactos na rotina acadêmica e, portanto, todas as ações devem ser coordenadas entre os professores e a equipe pedagógica.

Qual é a importância de estabelecer metas no planejamento pedagógico?

Se pudéssemos resumir em um único objetivo a importância do planejamento pedagógico, certamente seria “fazer o aluno aprender mais e melhor”. Pelo fato de ir muito além de estabelecer ações para desenvolvimento do conteúdo programático, é por meio do planejamento pedagógico que a escola reforça seu papel social, metas e objetivos de formação educacional.

Embora vejamos prioridades diferentes entre a educação pública e a privada, podemos dizer que em ambas as esferas as metas do planejamento pedagógico são o que impulsiona um conjunto de ações pedagógicas visando à melhoria no ensino.

Infelizmente, o Brasil é um país com uma enorme desigualdade social e inúmeras deficiências na educação. A escola pública enfrenta problemas crônicos, tanto em infraestrutura quanto em investimentos no professor, que dificultam qualquer tipo de melhoria no ensino.

Já as escolas particulares, sem dúvida, conseguem desenvolver seus planejamentos pedagógicos de maneira muito mais objetiva, pois não enfrentam as mesmas dificuldades. Mas isso não quer dizer que os resultados venham mais facilmente, sobretudo em nível internacional.

Na última edição do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em 2015, o Brasil obteve péssimas colocações. A proposta do programa é avaliar o desempenho dos alunos de escolas públicas e particulares de 70 países em três quesitos: ciências, leitura e matemática. Em matemática, o Brasil ocupou a 66ª colocação; em ciências, 63ª; e em leitura, 59ª. Foram avaliados 23.141 alunos brasileiros de 841 escolas.

O mais surpreendente é que, no caso dos alunos brasileiros, o nível socioeconômico mais ou menos elevado não foi fator para que os estudantes de maior poder aquisitivo apresentassem melhor desempenho, como aconteceu em outros países. Ambos os públicos tiveram pontuações similares e ruins.

Essa afirmação está presente em uma reportagem da BBC Brasil, que também aponta dois fatores para a performance baixa das escolas privadas:

  • formação deficiente dos professores, tanto da rede pública quanto privada;
  • grade curricular engessada, que não permite ao professor ter autonomia.

Para que esse quadro mude, é preciso repensar a maneira de ensinar, ainda que o “currículo obrigatório seja muito extenso e engessado”, como citam especialistas. Para tanto, é preciso focar em um ensino inovador, pautado por grandes alterações nos paradigmas educacionais.

Uma maneira de começar a construir esses diferenciais é justamente por meio de um planejamento pedagógico apoiado em metas palpáveis que favoreçam o desenvolvimento de projetos de melhoria do ensino. É preciso rever as prioridades, compreender o que vem sendo ignorado ou desprezado e, acima de tudo, tornar o ensino mais motivador tanto para professores quanto para alunos.

Nesse sentido, é importante que o gestor conheça profundamente a realidade de sua escola. Para isso, usar a tecnologia nos processos de gestão pode oferecer resultados surpreendentes, capazes de orientar os rumos que a escola deve tomar a fim de se distanciar de estatísticas amargas como as vistas no PISA de 2015.

Como você pôde observar, o planejamento pedagógico determina os rumos da escola para o ano letivo. Do ponto de vista da gestão escolar, trata-se de uma poderosa ferramenta para garantir que sua escola alcance destaque no ensino e eleve seu posicionamento perante a sociedade e o mercado educacional.

Mas a excelência no ensino e a projeção de uma escola dependem de um complexo sistema estratégico que precisa caminhar de forma coordenada. Entre essas estratégias destacam-se os mecanismos para aumentar o número de matrículas.

Como esse assunto é de seu interesse, sugerimos que você continue conosco e assista a esta fascinante apresentação sobre Estratégias de Sucesso para Captação e Retenção de Alunos.

Mapa da Metodologia Ativa

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