papel do coordenador de curso

Qual é o papel do coordenador de curso diante dos desafios da gestão educacional?

O ensino superior brasileiro tem passado por diversas atualizações, que envolvem os métodos de ensino-aprendizagem, o perfil dos alunos e as demandas da sociedade e do mercado de trabalho. A educação superior deixou de ser vista apenas como instrumento técnico para a capacitação para o trabalho, e passa a exercer também um papel de contribuição social, cultural e de crescimento pessoal.

Nesse sentido, as instituições de ensino superior (IES) tiveram de rever seus modelos de ensino-aprendizagem e buscar adequação ao novo contexto, principalmente no que diz respeito à gestão educacional e aos elementos que participam desse processo.

Entre esses participantes, podemos destacar o papel do coordenador de curso como um dos elementos centrais para a melhoria do ensino superior e o enfrentamento dos desafios atuais da gestão educacional.

Por isso, neste artigo falaremos mais sobre o coordenador de curso e sua atuação na gestão educacional. Acompanhe!

1. O funcionamento da coordenação de curso

O conceito de coordenação de curso começou a ser definido principalmente após a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) nº 9.394/96. A lei vigente anterior (nº 5.540/66) exigia a existência dos departamentos de curso no âmbito do ensino superior, como a menor estrutura acadêmica. Portanto, essa obrigação deixa de existir a partir da LDB.

A partir daí, a maioria das IES deixa de ter o departamento em sua estrutura organizacional e passa a adotar a ideia de Coordenação de Curso, com a responsabilidade de exercer a gestão administrativa e acadêmica de cada curso superior. Em algumas instituições, o setor é chamado de Direção do Curso.

No início, as atribuições do chefe de departamento e do coordenador de curso se confundiram, de forma que, muitas vezes, o coordenador se envolvia em questões administrativas e acabava deixando de lado suas atribuições acadêmicas.

Atualmente, de forma geral, procura-se distribuir as atribuições da seguinte forma:

  • Coordenação do Curso: responsável pela gestão acadêmica do curso;
  • Chefia do Departamento (ou outro gerente, diretor da IES): gestão administrativa do curso.

Mesmo assim, ainda não há consenso total entre os especialistas da área sobre todas as funções, responsabilidades e atribuições da Coordenação de Curso. Dessa forma, cabe à própria IES definir em seu plano pedagógico, de forma detalhada, as responsabilidades desse setor e do coordenador de curso.

2. O papel do coordenador de curso na instituição de ensino e na gerência de negócios

Estudos mais aprofundados sobre o tema identificaram as funções, atribuições, responsabilidades e encargos do coordenador de curso, distribuídos em quatro áreas: políticas, gerenciais, acadêmicas e institucionais.

Funções políticas

O profissional que se torna coordenador de curso deve ser um líder reconhecido na área pelos seus pares coordenadores, pelos professores e pelos alunos. É importante que ele seja referência em sua área em nível local, regional, nacional ou até mesmo internacional. Esse reconhecimento pode ser adquirido por meio de artigos publicados, ações políticas internas e externas à IES, conferências e simpósios aos quais compareceu.

Esse reconhecimento deve ser levado como exemplo para professores e alunos, e confere uma liderança natural ao coordenador. Além disso, por ser referência na área, ele pode contribuir para o enriquecimento do curso, organizando seminários, encontros, palestras e jornadas.

Ele possui também um papel motivacional para professores e alunos, por meio de uma atitude estimuladora, proativa, participativa e articuladora. É a pessoa que estimula os docentes e discentes a crescerem e melhorarem, e comemora as vitórias do curso junto a eles.

Outra função política diz respeito à representação interna e externa do coordenador. Ele deve fazer parte dos colegiados acadêmicos, a fim de defender os interesses do curso e ser o elo com os alunos. Quanto à representação externa, ele é um dos protagonistas na visibilidade do curso fora da IES e frente a sociedade, por meio da participação de eventos e ações que dizem respeito a cada curso — por exemplo, o coordenador do curso de Direito participar de solenidades dos tribunais e da Ordem dos Advogados.

Outras atribuições referentes às funções políticas que o coordenador exerce em parceria com outros gestores e funcionários do curso incluem:

  • divulgação dos diferenciais do curso em relação aos cursos concorrentes;
  • procura por conhecimento da área de marketing educacional;
  • aproveitamento de situações que favoreçam a projeção do curso;
  • vinculação do curso com os desejos e anseios do mercado de trabalho.

Funções gerenciais

O coordenador de curso é também o responsável pela supervisão das instalações físicas, os laboratórios e os equipamentos utilizados no curso. Instalações adequadas às demandas do curso e de qualidade são elementos essenciais para a uma educação de excelência e contribuem para aumentar a satisfação dos alunos e dos professores.

É claro que não é o próprio coordenador que fará a verificação direta das instalações e dos equipamentos, mas ele deve delegar essas tarefas, garantindo que tudo está em boas condições de uso. Esse processo garante, ainda, que os espaços e equipamentos sejam utilizados corretamente, de forma a evitar desperdícios ou mau uso.

Outra atribuição gerencial do coordenador é a de indicar a necessidade de aquisição de livros, assinatura de periódicos e compra de materiais especiais, de acordo com os conteúdos ministrados e as particularidades do curso, a partir do plano didático de cada disciplina. Essas indicações podem ser recolhidas junto aos professores do curso e organizadas pelo coordenador.

Cabe também ao coordenador do curso em âmbito gerencial:

  • controle da frequência docente: acompanhar e garantir que os professores estejam cumprindo a carga horária de trabalho;
  • verificação da qualidade das aulas com os alunos;
  • controle da frequência discente: apesar do controle diário da frequência dos alunos ser responsabilidade dos professores, cabe ao coordenador atuar nos casos de ausências sistemáticas para atuar de forma a evitar a evasão escolar;
  • indicação da contratação de docentes e sua demissão: participar do recrutamento e seleção de novos docentes e apresentar a instituição a eles;
  • participação nos processos decisórios do curso;
  • responsabilidade pela adimplência contratual dos alunos do curso: obter informações sobre o valor do custo aluno, alunos inadimplentes, formas de negociação de pagamento, entre outros.

Funções acadêmicas

As funções acadêmicas são, provavelmente, as que estão mais presentes na atuação do coordenador de curso, apesar de não serem as únicas responsabilidades desse profissional. Essas funções podem ser divididas em oito atribuições:

  1. Elaboração e execução do projeto pedagógico do curso: o coordenador deve ser o mentor do projeto pedagógico, que precisa estabelecer, de forma clara, os fundamentos e objetivos do curso. Além disso, ele deve estar de acordo com missão, objetivos, vocação e princípios da IES. O projeto é criado e revisado em parceria com professores e alunos, e é único para cada curso de cada instituição.
  2. Desenvolvimento atrativo das atividades escolares: estimular utilização da tecnologia educacional dentro de sala de aula, criar meios de atrair os alunos para as aulas, expor aos professores como as aulas devem ser ministradas.
  3. Responsabilidade pela qualidade e regularidade das avaliações desenvolvidas no curso: análise posterior das provas ministradas para acompanhamentos dos instrumentos de avaliação, pesquisa com os alunos e retorno dos comentários aos docentes.
  4. Desenvolvimento de atividades complementares do curso: apesar de não ser o responsável direto pela realização das atividades complementares, o coordenador deve estimular a sua realização, conhecer a programação estabelecida e acompanhar a resposta dos alunos.
  5. Estimulação da iniciação científica e de pesquisa entre professores e alunos: estimular a criação de programas especiais de iniciação científica e buscar os interesses dos alunos.
  6. Orientação e acompanhamento dos monitores: a monitoria é uma prática que deve ser acompanhada de perto pelo coordenador, visto que o monitor deve ser um elemento de ligação entre os alunos e a coordenação de curso.
  7. Responsabilidade pelo engajamento de alunos e professores em projetos de extensão universitária: garantir a realização de projetos que aproximem a instituição da sociedade, por meio de cursos, programas especiais ou prestação de serviços.
  8. Responsabilidade pelos estágios supervisionados e não supervisionados: os supervisores de estágio acompanham os alunos diretamente, porém, os coordenadores devem estar atentos à realização, acompanhamento e recrutamento de novas oportunidades de estágio.

Funções institucionais

As funções institucionais do coordenador têm relação com o sucesso e a qualidade do curso. O coordenador tem uma responsabilidade coletiva, junto aos alunos e professores, de obtenção de boas notas no Exame Nacional dos Cursos (ENC). A partir do desempenho na prova, é possível apontar necessidades de modificações no projeto pedagógico do curso.

Outra função institucional do coordenador é a de acompanhar os alunos egressos do curso. O sucesso ou fracasso dos ex-alunos não pode medir de forma exata a qualidade do curso, porém, é possível observar e fazer um acompanhamento das habilidades e competências alcançadas pelos alunos. Além disso, são esses alunos que podem fazer uma avaliação mais abrangente do curso, de forma mais “imparcial”, por já terem concluído.

O coordenador deve ser responsável, pelo menos em parte, pela empregabilidade dos alunos, o que começa justamente na procura por boas parcerias para estágios, que resultariam em empregos para os egressos. É uma forma de estimular os alunos e também evitar a inadimplência nas mensalidades.

Outras responsabilidades institucionais do coordenador são:

  • buscar fontes alternativas de recursos, além da mensalidade dos alunos, para aumentar a receita do curso e da instituição (prestação de serviços, palestras, cursos);
  • buscar reconhecimento do curso pela renovação periódica do processo por parte do MEC;
  • garantir que os alunos obtenham sucesso nos exames de ordem, testes profissionais e assemelhados.

Podemos dizer que o coordenador de curso assume a função de um gerente de negócios, pois lida com questões de visibilidade e divulgação do curso, sempre em busca de excelência e sucesso. É ele quem faz a ligação entre os envolvidos no processo educacional (professores, alunos e gestores) e a sociedade em geral.

3. As habilidades e competências que o coordenador de curso deve ter

É possível observar que o coordenador de curso agrega diversas funções e responsabilidades, que exigem dele um conjunto de competências e habilidades para que seja possível realizar todas as suas atribuições com excelência. Dessa forma, para se tornar coordenador, o profissional precisa de alguns pré-requisitos e de desenvolver outros ao longo de sua atuação.

Listamos a seguir algumas das habilidades e competências desejáveis:

Titulação

Primeiramente, é importante destacar a importância da titulação do coordenador de curso, que deve possuir mestrado ou doutorado. Essa exigência não é aleatória e se faz necessária pois ele será responsável por coordenar e supervisionar os professores do curso, de forma que é preciso que possua titulação igualitária ou semelhante a eles.

Liderar mestres e doutores sem a titulação é uma tarefa árdua, além de os próprios professores terem resistência em aceitar ser coordenados por um colega que não possua, no mínimo, a titulação de mestre e que não conheça de forma mais aprofundada a metodologia científica da pesquisa.

Áreas de conhecimento

É interessante que a titulação do coordenador tenha pertinência com a área do curso, como é exigido pelo MEC.

Outra área de conhecimento fundamental para o coordenador de qualquer curso diz respeito à pedagogia, de forma que é preciso que ele tenha pelo menos algum treinamento na área pedagógica. Isso se faz necessário pois ele será o responsável por debater, analisar e aconselhar os professores do curso em relação a matérias como metodologia do ensino e critérios para avaliação do processo de ensino-aprendizagem. Ambas necessárias para a construção de uma educação de qualidade.

Experiência docente

É indicado que o coordenador ministre pelo menos duas turmas do curso o qual coordena, de forma a estreitar o vínculo com os alunos. A experiência docente anterior também é necessária. Essa obrigação acadêmica tem o objetivo de:

  • manter o coordenador em dia com as questões de ensino-aprendizagem que ocorrem dentro da sala de aula;
  • tornar o coordenador mais “sensível” às questões de aluno-professor e possíveis reclamações;
  • aproximar o coordenador dos alunos, de forma que eles se sintam à vontade para expor dúvidas, reclamações e sugestões;
  • fazer com que o coordenador esteja “lado a lado” com os professores em sala de aula, o que facilita o sentimento de união e trabalho em equipe.

Experiência profissional

A experiência profissional não acadêmica também é uma das exigências importantes do MEC e deve ser levada em consideração. O coordenador que já exerceu trabalho anterior na área do seu curso terá, sem dúvidas, uma visão mais ampla do mercado de trabalho e conseguirá mais facilmente buscar oportunidades de estágio para seus alunos e construir o projeto pedagógico de acordo com a realidade do mundo de trabalho.

Além disso, a sua experiência trará mais sentimentos de confiança e credibilidade por parte dos alunos, principalmente, e dos professores.

Liderança

O coordenador é a figura que se mantém à frente do curso, que guia e representa um elemento de ligação entre a instituição, os professores e os alunos. Dessa forma, é imprescindível que o profissional que assume o cargo possua um perfil de liderança, pois sua posição inevitavelmente é a de um líder.

Ele deve ser um líder capaz de incentivar e apoiar os professores e alunos a buscarem e aceitarem as mudanças necessárias para o desenvolvimento, crescimento e sucesso do curso. Deve criar um espaço de estímulo à crítica e à criatividade de todos os personagens envolvidos no processo educacional.

Relacionamento

O coordenador deve ser uma pessoa de amplo relacionamento, tanto em meio acadêmico como em meio profissional. Relacionar-se bem nessas áreas garante que o coordenador possa desempenhar suas funções mais facilmente.

Na área acadêmica, deve ter diálogo aberto com professores e alunos, de modo a formar parcerias, ouvir opiniões e garantir a satisfação. Na área profissional, deve manter as relações com figuras importantes da área para estar a par da realidade do mercado de trabalho e conseguir contatos de trabalho.

Um professor de IES que deseja se tornar coordenador de curso deve buscar desenvolver ou aprimorar essas habilidades e competências, necessárias para a atuação no cargo.

4. Desafios que a atualidade trouxe para a gestão educacional

A quantidade de atribuições que o coordenador de curso tem que assumir é, por si só, um grande desafio para qualquer gestor da área de educação. As mudanças ideológicas e comportamentais que vêm acontecendo no ensino superior brasileiro trazem mais desafios para a gestão educacional, que precisam ser superados pelo coordenador, em conjunto com outros gestores, professores e alunos.

A seguir, detalhamos alguns dos principais desafios enfrentados na atualidade:

Mudança no perfil do estudante

Os alunos da atualidade têm perfil imediatista e muito ligado em tecnologias. Eles buscam muito mais do que um diploma de curso superior, buscam o desenvolvimento de competências e habilidades que serão exigidas no mercado de trabalho no que diz respeito a atitudes, trabalho em equipe, proatividade, habilidades para resolução de conflitos.

O perfil de aluno passivo também tem sofrido grande alteração, principalmente com a adoção de metodologias ativas de aprendizagem. A coordenação e os professores devem se adequar a esse novo modelo, criando meios para que os alunos sejam os protagonistas do aprendizado, com o apoio necessário.

Outro desafio diz respeito ao uso de tecnologias dentro da sala de aula e nos processos de gestão educacional. Apesar de trazerem inúmeros benefícios para o ensino, muitos profissionais, especialmente os mais idosos, ainda têm resistência em adotar as inovações.

Competitividade no cenário educacional

A realidade atual é a de coexistência de diversas IES em regiões geograficamente próximas que oferecem o mesmo curso, o que desafia o coordenador a manter seus alunos vinculados e captar novos. É preciso acompanhar e mensurar a satisfação dos alunos de forma periódica, a fim de identificar possíveis pontos de melhoria.

Esse desafio precisa ser enfrentado em grupo, com participação do coordenador junto ao:

  • setor de comunicação e marketing, com ações para divulgar o perfil e os diferenciais do curso;
  • secretaria acadêmica, que pode reunir e fornecer dados sobre os alunos ingressantes e seu desempenho acadêmico, o que ajuda a identificar os com maior chance de evasão;
  • setor financeiro, com o aprimoramento dos sistemas de financiamento do curso;
  • diretoria da IES, com investimento na profissionalização da gestão, com foco em gestão mercadológica.

Avaliação interna e externa

A avaliação externa dos cursos de ensino superior é realizada pelo MEC, principalmente por meio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O exame consiste em uma prova extensa que avalia o desempenho cognitivo dos estudantes de cada curso.

O exame representa um desafio, pois a maioria dos alunos não está familiarizada com o formato das questões e a extensão da prova. O coordenador deve analisar as formas de avaliação utilizadas pelos professores dentro das salas de aulas, a fim de buscar ferramentas que preparem os alunos para o exame.

No âmbito interno, os cursos são avaliados por comissões próprias de avaliação da IES. Uma boa relação entre o coordenador de curso e a comissão de avaliação é essencial para a promoção de melhorias contínuas.

5. Ferramentas para alcançar o sucesso na coordenação de curso

A coordenação de curso está envolvida com grande parte dos principais processos do curso, que determinam a sua qualidade e o seu sucesso. Além das habilidades e competências que foram citadas no texto, o coordenador deve buscar ferramentas que o auxiliem e melhorem o progresso de suas atividades.

Treinamento

O conhecimento e a prática são os principais aliados para a criação de uma coordenação de curso de sucesso, e ambos podem ser alcançados por meio de treinamentos. Além de ser uma referência na área de conhecimento do curso, o coordenador precisará agregar saberes de outras áreas.

Por isso, é interessante que ele participe de cursos, capacitações e palestras sobre:

  • gestão por processos;
  • comunicação e marketing na área educacional;
  • gestão de negócios voltada para a educação;
  • gestão de pessoas;
  • uso de tecnologias na educação;
  • metodologias de ensino-aprendizagem;
  • tomada de decisão; entre outros.

Sistema de gestão acadêmica

A tecnologia traz inúmeras inovações para a educação há anos, principalmente no que diz respeito ao acesso à informação. Para a gestão educacional, uma das principais tecnologias que pode auxiliar o coordenador de curso e outros gestores é o sistema de gestão acadêmica.

Esse sistema de gestão realiza as atividades de gestão acadêmica e financeira das IES. Inclui organização dos cursos, acompanhamento da execução do projeto pedagógico, avaliação do desempenho dos alunos, entre outros.

A automatização desses processos facilita e organiza as tarefas de responsabilidade do coordenador, além de possibilitar acesso rápido às informações para gestores, professores e alunos.

Satisfação do aluno

O sucesso de um curso de uma IES pode ser avaliado por diversos quesitos. Pode-se afirmar que um dos principais é a satisfação dos alunos, e como isso reflete na captação e retenção.

Por isso, a coordenação de curso deve estar atenta aos elementos que contribuem para a satisfação do aluno e garantir que essas exigências mínimas sejam cumpridas dentro da instituição. Esses elementos incluem:

  • qualidade do curso e sintonia com o mercado de trabalho;
  • possibilidade de acesso on-line às aulas e aos conteúdos, por meio de dispositivos móveis e fora do campus;
  • interação com colegas e docentes de onde estiverem, no tempo disponível;
  • docentes dedicados e com conteúdos atualizados.

No contexto atual da educação, o coordenador de curso é constantemente instigado a enfrentar desafios da área acadêmica e mercadológica. Por isso, a capacitação desse profissional é fundamental para o sucesso de qualquer curso e deve ser prioridade dos gestores da área.

Compreendeu melhor o papel do coordenador de curso? Então, compartilhe este artigo com os professores e coordenadores de curso que você conhece!

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