metodologia de ensino

Veja qual metodologia de ensino é a mais indicada para sua IES!

Qual método você usa quando quer aprender algo? Assiste a aulas, lê livros ou tenta descobrir o que quer por meios empíricos? Todas essas maneiras são eficazes, mas é sabido que algumas metodologias de ensino têm alcançado resultados mais satisfatórios entre as demais.

Como a sociedade vive em um ambiente com forte disputa por atenção, com múltiplas telas e conteúdos de todos os tipos, pedagogos, psicólogos e estudiosos têm encontrado nos meios interativos de aprendizagem os formatos que melhor se enquadram na realidade atual da sala de aula.

Essa interatividade, que rompe com a tradição histórica de ensinar de forma unidirecional — na qual o professor tem um papel ativo, e o estudante adota uma postura passiva —, vem mostrando resultados surpreendentes há um bom tempo.

Um artigo publicado recentemente na renomada revista Harvard Business Review indica que, quando aluno assume um papel de protagonista no ensino e “aprende a aprender”, a questão cognitiva deixa de ser uma limitação ao estudante. A partir desse momento, ele evolui à medida que descobre formas de estudar melhor.

Os resultados surpreendentes dessa e de outras pesquisas têm incentivado as instituições a transformarem o ambiente acadêmico em um espaço vivo para a aprendizagem. Mais do que garantir a retenção de alunos, a busca por um método de ensino adequado ao estilo do conteúdo ensinado e do estudante passa a fazer parte da missão das instituições de ensino.

Neste artigo, vamos explorar os métodos de aprendizagem modernos que têm revolucionado o ensino mundo afora, e explicar como eles podem ser aplicados de forma fácil na sua instituição de ensino. Acompanhe!

Conheça as diferentes metodologias de ensino

Feche os olhos e imagine uma sala de aula: a imagem que lhe surgiu foi a de alunos sentados e que assistem ao professor enquanto ele fala e escreve no quadro? Se sim, eis aí a maior das evidências de que essa cultura segue impregnada na nossa imaginação e, muitas vezes, replicamos sem pensar.

Não por acaso, trata-se de um modelo consolidado e de fácil aplicação. É tão naturalizado que as pessoas em geral não têm grandes expectativas de encontrar algo diferente quando entram em um espaço de estudo.

Nesse método, a aplicação do conhecimento se dá por meio de provas e trabalhos. O modelo não deixa de ser eficaz, e é utilizado até hoje em várias escolas e universidades pelo mundo afora. Há, contudo, fortes evidências de que essa forma passiva — na qual o aluno é um mero receptor do conhecimento e tem um baixo grau de interação no ecossistema acadêmico — limita o processo e não desenvolve o hábito de aprendizagem contínua.

Um exemplo de peso foi o artigo publicado na Psychological Science in the Public Interest, sobre as técnicas de ensino mais eficazes para grandes grupos de alunos. Dados levantados à época mostraram que métodos centrados em ler e ouvir têm muito menos eficácia quando não são combinados com a prática de falar e fazer.

Além disso, uma série de pesquisas e livros têm consolidado o conhecimento sobre formas inovadoras de ensino nos últimos anos. Conceitos como o Design Thinking têm sido interpretados na esfera educacional, como mostra o livro Design Thinking e a Ritualização de Boas Práticas Educativas, da empreendedora social Priscila Gonçalves.

Ao falar de ritualização, a autora interpreta que o processo de ensino é o resultado em si mesmo, e a modulação pelo educador de como o conteúdo será ensinado é uma parte cada vez mais definitiva para a aplicação de processos ativos.

As metodologias ativas de ensino

Todos sabemos que é um grande desafio manter a capacidade de interesse do aluno dentro da sala de aula. Porém, uma das soluções para aumentar a vontade de ele estar presente está justamente em fazer com que esse mesmo interesse transcenda a sala, e que ele seja capaz de desenvolver uma aprendizagem ativa no cotidiano. Esse é o princípio da metodologia ativa.

Assim, nela, o aluno é quem conduz o processo de aprendizagem. Há um propósito emancipatório que busca justamente dar ferramentas e vontade para que o conhecimento possa transcender esse espaço e dar maturidade para que ele ocorra de forma autônoma. Nesse sentido, o papel do professor é remodelado para um perfil de tutor, em que a provocação e a orientação estão à frente do ensino e da cobrança.

Das metodologias de ensino ativas, há três modelos que vêm gerando ótimos resultados. Eles já foram implementados em vários meios acadêmicos, e você pode experimentar na sua própria instituição. São eles a aprendizagem baseada em problemas, a aprendizagem baseada em equipes e a aprendizagem baseada em projetos. Conheça os detalhes de cada um deles a seguir:

1. A aprendizagem baseada em problemas

E se, em vez de o professor ensinar algo, o aluno aprendesse antes a importância do conteúdo com o qual ele vai ter contato? Pois bem, na aprendizagem baseada em problemas — mundialmente conhecida pelo nome em inglês, Problem-Based Learning (PBL) —, o ensino é focado na solução coletiva de um problema teórico.

A busca por uma resposta e a urgência por resolvê-lo em um período de tempo criam um ambiente que demanda praticidade, e o aluno tende a focar na prática investigativa, atrás de conteúdos que o ajudem. O método é, via de regra, colaborativo e o aprendizado ocorre no processo que se dá entre a apresentação da questão e a sua resposta.

Apesar de não explicitar o conteúdo antes de dar o problema, o educador tem um papel importante no aprendizado. Ele conduz o aluno por meio de feedbacks (neste post, a especialista Lilian Bacich, mostra como ocorre o processo), mostrando erros e acertos, e dando indícios de onde pode estar localizado o respectivo problema.

O estímulo para explorar caminhos possíveis até a resolução do problema é feito por meio de recursos disponibilizados pelo professor. Livros, internet ou equipamentos específicos funcionam bem quando integrados com o propósito de aprendizagem.

Este artigo, por exemplo, mostra os resultados da implementação do método em uma Pós-Graduação em Engenharia, na Universidade Federal de São Carlos, que teve uma avaliação bastante positiva por parte dos alunos. Apesar de envolver o contexto do ensino superior, o método pode ser perfeitamente aplicado na educação básica.

2. A aprendizagem baseada em equipes

Quando o propósito da aprendizagem exige o compartilhamento de ideias ou o desenvolvimento de uma solução que, necessariamente, envolva um grupo de pessoas, a aprendizagem baseada em equipes — que, em inglês, é chamada de Team-Based Learning (TBL) — é a melhor opção.

A atividade coletiva e com definições claras sobre a atividade de cada membro do time serve tanto para o aluno aprender ativamente sobre a sua atividade específica quanto para entender, dentro do contexto do grupo, como as demais ações feitas estão construindo o conhecimento sobre o assunto.

Nesse método, o grau de interatividade é intenso, uma vez que, para se aprender sobre algo, é preciso que cada uma das partes cumpra seu papel de forma correta, garantindo que o conteúdo estudado chegue até os espaços de discussão e possa contribuir para montar o quebra-cabeça, que é o conteúdo a ser aprendido.

3. A aprendizagem baseada em projetos

Há casos em que a aprendizagem demanda a criação de um produto ou qualquer outra coisa que seja tangível. Enquanto a aprendizagem baseada em problemas atua na parte teórica da resolução de casos, a Project-Based Learning (PBL), ou aprendizagem baseada em projetos, exige que os estudantes atuem empiricamente em um caso e literalmente “coloquem a mão na massa”.

Nesse formato, uma pergunta é feita para os alunos, que devem ir atrás de várias fontes, como livros, pesquisas e entrevistas, e devem construir uma solução por meio de uma entrega, que pode ser um produto ou apresentação.

Quer um exemplo? Os alunos podem aprender lições sobre ciência, estudos sociais, matemática e economia quando são provocados a fazer a própria horta orgânica. Quando provocados a encontrar os alimentos que se desenvolvem melhor em uma região e descobrir os cuidados e a estrutura necessários para as plantas, saem com um conhecimento global sobre esses tópicos.

Veja as principais diferenças entre as metodologias de ensino

Em um primeiro momento, essas três metodologias parecem se assemelhar muito, não é mesmo? Como o princípio delas é baseado no processo ativo de aprendizagem, vários elementos são comuns entre si. Mas cada situação distinta pode encontrar um método que melhore o desempenho do aluno. Veja como nos próximos tópicos:

Resolvendo um problema

No caso da aprendizagem baseada em problemas, o processo de ensino se dá por meio de três etapas. Antes de tudo, é apresentado um cenário para os alunos, que são provocados a identificar quais fatos são chave na situação apresentada. A partir disso, eles devem começar a gerar hipóteses sobre quais são as causas do problema.

Cumprida essa etapa, será possível identificar deficiências. Ter em mãos informações acerca dessas carências leva o grupo a uma segunda etapa, que vai da busca por novas informações à definição, em cima desses dados, de estratégias de solução.

A última etapa desse método é, em cima das estratégias apresentadas, promover uma discussão sobre quais são as mais adequadas e quais não resolvem o problema. Quando o professor entende que o conteúdo não é suficiente, os alunos devem voltar à etapa anterior.

Por conta desse processo, opte por esse método se:

  • o conteúdo exigir abstração e construção de argumentos;
  • houver a possibilidade de mais de uma solução; ou
  • se for possível relacioná-lo com temas atuais.

Compartilhando conhecimento

Para a aprendizagem baseada em equipes, há um foco no empoderamento do estudante em cima de suas habilidades. Se ele domina algum idioma específico, por exemplo, pode ficar responsável por captar informações e dados que exijam uma tradução e uma explanação daquele material ao grupo.

Isso dá uma maior segurança e uma maior percepção da sua importância para o processo, o que, consequentemente, gera um maior grau de participação na sala de aula. O processo é um pouco diferente da aprendizagem baseada em problemas, na medida em que a construção do conhecimento entre pares não se dá por estágios, e sim de forma concomitante entre grupos separados.

Quando uma pessoa é responsável por conhecer profundamente um tema e vira referência naquilo, há uma intensificação na troca e uma maior assimilação do que o grupo for aprendendo.

Opte por esse método quando:

  • o conteúdo for interdisciplinar;
  • a turma tiver alunos com origens e habilidades distintas; ou
  • o professor tiver uma relação próxima com os alunos, sendo um tutor de forma individualizada.

Fazendo acontecer

Na aprendizagem baseada em projetos, é possível observar a presença dos dois métodos anteriores. Nesse caso, a proposição do professor tem o intuito de resolver uma série de problemas periféricos. Além disso, exige um pouco de trabalho em equipe, mas, dessa vez, de forma mais integrada, para que seja possível entregar o produto único.

A pergunta “como melhorar a qualidade dos rios da minha cidade?” é um exemplo clássico da aplicação do método. Há um problema, há um conjunto de informações a serem pesquisadas individualmente, mas a entrega deve ser um projeto, ou proposta única.

Use esse método quando:

  • for possível entregar soluções criativas;
  • houver a possibilidade de seguir como projeto na instituição de ensino; ou
  • for uma demanda social e puder apresentar isso em um espaço extraclasse.

Confira exemplos de aplicação de metodologias de ensino

Cada área específica dá condições para se usar uma metodologia em detrimento de outra. Agora que você já conhece e viu as diferenças entre essas três metodologias de ensino, observe como elas podem ser aplicadas em situações distintas em três cursos de ensino superior.

Curso de Medicina

Ao final da graduação, os estudantes de Medicina são constantemente expostos a situações reais, como vivência em hospital ou clínica, sempre monitorados por um professor responsável. Essa época da faculdade, também chamada de “doutoramento”, é chave no processo de aprendizagem e, na maioria das vezes, é colocado em prática o método de aprendizagem baseado em problemas.

O problema, no caso, é um paciente que chega apresentando uma situação de saúde específica. Em geral, o objetivo do profissional da saúde é entender o que está ocorrendo e, a partir disso, dar um diagnóstico e propor um tratamento. No estudo, a repetição desse processo contínuo torna o estudante uma pessoa mais preparada para lidar com situações como essa.

Curso de Engenharia

O engenheiro quase sempre lida com a entrega de produtos finais, sejam pontes, estradas, prédios, projetos de produção ou empresarias. Por conta disso, a melhor forma de um estudante de engenharia aprender é por meio da produção baseada no conhecimento disponível — ou seja, o aprendizado baseado em projetos.

Muitas disciplinas da graduação solicitam como entrega final o resultado do que foi estudado de uma forma aplicável. Nesse sentido, não só o produto final é importante, como também a construção daquilo que foi feito, bem como a preocupação em lidar com contínuos testes para se chegar a uma solução eficaz.

Curso de Direito

Com uma grande diversificação de conhecimento, podemos entender que, na graduação de Direito, há uma forte presença da aprendizagem baseada em equipes. Quando é dada uma certa situação judicial para se resolver, para aprender melhor sobre o caso, muitas vezes, o jurista vai precisar de um perito ou de um colega de profissão que entenda mais sobre uma área específica relacionada ao projeto.

Saiba como escolher a metodologia mais adequada

Na hora de pensar qual a melhor metodologia, a resposta está na busca pelo que é simples. De nada adianta criar um grande projeto, com um núcleo de desenvolvimento e implementação, se não há engajamento entre professores e alunos. Dessa forma, é preciso atuar por etapas. São elas:

Investigue métodos possíveis de se utilizar

As pesquisas acerca da aprendizagem ativa trazem vários modelos de implementação. Investigue o que as instituições de ensino de ponta e que sejam similares à sua estão fazendo e leve esses exemplos para a instituição.

Faça testes pontuais nas aulas

Ao chegar na sua instituição, faça reuniões com seus pares e avalie qual iniciativa pode funcionar em cada caso. Tente utilizar o máximo de opções possíveis, e organize-se para fazer implementações específicas sem alterar o calendário pedagógico.

Promova uma avaliação coletiva sobre os resultados

Depois de fazer os testes, faça uma nova reunião e veja em quais delas foi perceptível um engajamento maior. Replique essa iniciativa para outras disciplinas e veja se tanto professores quanto alunos se sentem motivados em seguir o método.

Faça um planejamento e coloque-o em prática

Após passar por todas essas etapas, a instituição de ensino já vai estar familiarizada com as iniciativas de aprendizagem ativa. A partir desse momento, é possível fazer uma implementação integrada no currículo. Não esqueça de criar indicadores para avaliar se, depois de entrar para a rotina acadêmica, o novo método estará surtindo efeito.

Uma coisa importante a se considerar é que, depois de implementar um método específico, é preciso medir o quanto ele foi eficaz. Existem várias formas de medir esses indicadores, mas uma das mais eficazes é por meio de um sistema de gestão em que a instituição pode cruzar dados de desempenho do aluno com demais informações, aumentando o potencial de análise e de tomada de decisão sobre qual o melhor método de ensino.

Veja como manter os alunos engajados

Por mais interativa que seja a ação adotada em um módulo de conteúdo, ela nem sempre é suficiente para garantir que os alunos acompanharão a aula até o fim. Além dos métodos ativos, algumas técnicas devem ser adotadas tanto em salas de aula quanto em ambientes virtuais para que o aluno siga engajado no propósito da aula.

Nas salas de aula

Dos vários métodos possíveis para se manter o aluno engajado, podemos destacar três que não só trazem melhor resultado, como também aprimoram a capacidade de aprendizado dele:

Preparar para a aula

Em vez de fazer com que o aluno leve conteúdo para a casa depois das aulas, provoque-o para trazer conteúdos antes das aulas. Se for possível, lance uma provocação e peça que o aluno apresente na aula seguinte um livro ou uma pequena apresentação sobre algo que vai contribuir para o que foi planejado.

Mostrar aonde você quer chegar

O segredo para aguçar a curiosidade do aluno, muitas vezes, está ligado ao que ele espera aprender no final da aula. Uma ferramenta bastante usada é a apresentação no começo do diálogo de onde você quer chegar ao final, e quais coisas ele vai poder fazer depois de absorver o tema proposto.

Avaliar de forma diversa

Trabalhos, provas e apresentações funcionam. Avaliar o desempenho do aluno em sala de aula também. Contudo, busque maneiras específicas de avaliação, cobrando tarefas individuais (o que pode funcionar na aprendizagem baseada em equipes) e pedindo para ele avaliar o próprio desempenho.

Em ambientes virtuais

Quando a sua aula é a distância, fica impossível contornar as situações de distração. O que, por vezes, parece ser inovador, em outros momentos, traz limitações no ensino, e impede que especificidades culturais sejam contempladas.

O desafio de se adequar à plataforma é enorme, mas há técnicas para se resolver. Como o próprio título indica, o livro Teorias de Aprendizagem na EAD: Abrindo a Caixa de Pandora traz exemplos interessantes de como utilizá-la da melhor forma e, mais importante, encarando os desafios como oportunidades para desenvolver soluções capazes de fortalecer o aprendizado nessa modalidade.

Está no momento de decidir se o melhor é desenvolver internamente ou contratar um sistema externo em relação à tecnologia a ser adotada na plataforma de EAD? Então, confira os prós e contras de cada possibilidade, e como garantir que as metodologias ativas sejam bem implementadas em cada caso:

Tecnologia desenvolvida internamente

Quando a tecnologia é desenvolvida dentro da instituição ou há a possibilidade de ser implementada por terceiros, fica mais fácil. Se você tem o domínio sobre a sua plataforma de EAD, ou se a ferramenta traz essas possibilidades, implemente mecanismos para metrificar o tempo de permanência do aluno em uma página. O Google Analytics é uma alternativa.

Com ele, é possível identificar em quais aulas há maior taxa de rejeição e qual o caminho que o estudante faz até concluir os estudos. Se for possível, quebre o módulo de uma aula em etapas, produzindo vídeos ou conteúdos menores, que sejam intercalados com alguma outra ferramenta, como exercícios ou textos.

Tecnologia desenvolvida externamente

Quando a tecnologia é desenvolvida fora da instituição e não houver a possibilidade de ser implementada, pode haver problemas. Antes de falarmos sobre soluções tecnológicas com possibilidades restritas, é preciso pontuar que a decisão sobre quais ferramentas tecnológicas serão usadas pela sua instituição é extremamente importante.

Uma escolha mal feita pode impedir que a tecnologia — que serve para melhorar a educação — vire um pesadelo. É recomendável, portanto, utilizar plataformas que deem versatilidade ao educador.

Mas, se o desafio é garantir o engajamento sem interferir na tecnologia, uma boa opção é planejar a aula de modo que o estudante precise acompanhar periodicamente uma outra fonte de conteúdo. Disponibilize, por exemplo, mapas mentais ou materiais complementares para que ele tenha que recorrer às anotações para poder assimilar as lições corretamente.

Assim como o aluno mantém um papel ativo na aprendizagem, a instituição deve manter um papel ativo no desenvolvimento dessas técnicas de engajamento, eliminando as que não funcionam e atualizando periodicamente o rol de ferramentas.

Olhar para as metodologias de ensino e escolher aquela que melhor se adequar à sua instituição é um grande passo, mas de nada adianta colocá-las em prática se não há uma definição de indicadores para a avaliação posterior do desempenho.

Por isso, convidamos você a assistir ao webinar Indicadores de Desempenho Apoiando a Evolução na Educação, com a professora doutora Elisa Wolynec. Com um vasto currículo na área, Elisa vai mostrar como os instrumentos de desempenho podem garantir uma melhoria contínua da qualidade de ensino das instituições. Não perca!

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