crianças e professor em aula interdisciplinar

Interdisciplinaridade na educação: o impacto e importância de adotar

O professor que nunca escutou do aluno: “mas quando eu vou usar isso na minha vida?,” que jogue o primeiro giz! O modo de ensino mais tradicional, muitas vezes, não desperta aquele interesse necessário nos estudantes. No entanto, a interdisciplinaridade na educação pode ser a chave para mudar essa realidade.

Esse tipo de abordagem permite que conteúdos ganhem mais sentido, quando o aluno percebe o quanto os aprendizados podem fazer parte da própria existência. O intuito é, a partir de uma situação-problema, explorar diversas formas de solução. E isso nunca foi tão importante como nos dias atuais.

Uma das razões são as transformações ocorridas nos últimos anos. Elas nos impactaram em diversos aspectos, inclusive no modo como gerações recentes, Millenials e Z, lidam com problemas e tomam decisões. Suas necessidades são distintas das de gerações anteriores. Isso implica, também, na mudança do modelo de educação, a fim de se encaixar nas novas demandas. Quer entender melhor a questão da interdisciplinaridade e saber como aplicá-la na educação? Continue a leitura!

O que é interdisciplinaridade na educação?

Piaget afirma que a interdisciplinaridade pode ser entendida como “o intercâmbio mútuo e a integração recíproca de várias ciências”. É a construção do saber a partir da conjunção de várias áreas do conhecimento. A interdisciplinaridade na educação, dessa forma, nada mais é que a integração de disciplinas, a fim de propiciar a associação de várias áreas em torno de um mesmo tema.

Com isso, em vez de trabalharmos separadamente com aulas de, por exemplo, frações em matemática de um lado, reações químicas de outro e interpretação de texto em outro, a interdisciplinaridade é a favor de juntar tudo em um único lugar.

Levando esse exemplo para uma solução na prática, o simples ato de preparar um bolo pode fazer parte do processo. No estudo de frações, podemos levar os estudantes a comparar as diferentes medidas fracionais, ¼, ½, ou ¾, de determinado componente.

Enquanto leem a receita, também estão praticando a interpretação, já que precisam compreender qual processo precisa ser realizado. O texto ainda é um treino para identificar os diferentes estilos existentes (narrativo, argumentativo, injuntivo). Com relação à Química, é possível ver conceitos de diluição, solubilidade, decantação, além da explanação sobre alteração de propriedades químicas.

Assim, em vez de seguir um planejamento rígido e tradicional, a ideia é romper os limites entre as matérias, a fim de tornar o ensino mais genuíno. Com isso, o aluno enxerga o aprendizado como algo mais tangível à sua realidade.

Qual a diferença entre interdisciplinaridade e multidisciplinaridade?

Antes de continuarmos, é preciso esclarecer a diferença entre interdisciplinaridade e multidisciplinaridade. Esse último, apesar de também se relacionar à abordagem de um conjunto de disciplinas, não demanda tanta integração e linearidade entre elas. Temos informações de várias matérias ao estudar dado assunto, mas não existe preocupação de fazer uma interligação. Com isso, o conhecimento adquirido não é percebido de forma tão correlata.

Para facilitar o entendimento, imagine diversas caixas, uma em cima da outra. Todas elas abordam o mesmo assunto, mas cada uma representa alguma disciplina diferente. Isso é a multidisciplinaridade. Até é possível enxergar uma relação, mas as matérias não se misturam.

Na interdisciplinaridade, há mais interação e coordenação. No lugar de várias caixas pequenas, teríamos uma caixa imensa, em que cada disciplina contribuísse com um pouco de conhecimento. Isso torna a aprendizagem mais estruturada e rica, já que os conceitos são compartilhados e analisados a partir de vários pontos de vista.

Quais são os objetivos da metodologia interdisciplinar?

Conforme a Lei de Diretrizes e Bases, o ensino fundamental e o ensino médio têm como finalidade preparar o aluno não apenas para o ensino superior, mas também formá-lo como pessoa apta a viver em sociedade. Essa formação diz respeito, entre outras coisas, ao posicionamento crítico e à aquisição de repertório para lidar com o mundo no qual o indivíduo está imerso.

Paulo Freire completa o pensamento ao dizer que a educação básica deve proporcionar ao indivíduo a autopercepção, fazendo-o notar-se como um ser ativamente capaz de produzir e transformar, um elemento ativo, que está “com a sociedade”, e não apenas “na sociedade”.

Isso acarreta certa responsabilidade para o educador, que, para atingir tais propósitos, não deve estar preso apenas à sua disciplina. Entramos, assim, na importância da interdisciplinaridade, que é a melhor maneira de preparar o aluno para o pensamento crítico e para estimulá-lo a ter uma atitude mais ativa diante da vida.

Sendo assim, podemos dizer que o grande objetivo da interdisciplinaridade na educação é sair do tradicional e mostrar ao aluno um conhecimento globalizante, rompendo qualquer limite. Por meio dessa metodologia, é possível capacitá-lo a ter uma nova postura diante do conhecimento adquirido. Ou seja, a interdisciplinaridade age em prol de construir mais contextualização e de formar profissionais que enxergam muito além do que o visto em sala de aula.

Quais são os benefícios trazidos por essa metodologia?

O economista Alvin Toffler denomina o nosso estado atual de transformação no mundo como Terceira Onda. Uma breve explicação, para você se situar: a primeira se relaciona à descoberta da agricultura, a segunda, à revolução industrial. “Onda”, nesse sentido, diz respeito a uma grande mudança, que leva a enormes consequências em diversas áreas, como economia, trabalho e organização social.

A previsão do economista é que, com o avanço da tecnologia e da automação, milhares de pessoas se tornarão desempregadas em um futuro próximo. Além disso, algumas disciplinas consideradas diferenciais até tão pouco tempo atrás perderão logo esse status.

Mas qual a relação disso com a educação? A partir desses aspectos, é possível perceber que o amanhã exigirá novas competências dos profissionais, e a escola precisará se adaptar, para conseguir suprir as exigências do novo mercado.

Já faz um tempo que apenas se formar no ensino médio e fazer uma faculdade não significa aquele diferencial para alguém conseguir um emprego. Cada vez mais, são exigidas novas habilidades. O futuro demandará isso de forma muito dinâmica.

Para o estudante ter boas perspectivas, precisará adquirir capacidades como inovação, criatividade e imaginação. Precisará estar apto a ter um pensamento ativo, como já preconizou Paulo Freire, e ser capaz de adaptar, constantemente, sua forma de avaliar e resolver problemas. A formação terá de ser continuada. Isso tudo vai ao encontro da filosofia da interdisciplinaridade na educação, que é, ainda, capaz de oportunizar os seguintes benefícios.

Proporcionar uma aprendizagem de mais qualidade

O ensino fragmentado não dará mais conta de suprir as exigências do mercado de trabalho. O diálogo entre as disciplinas faz com que os alunos percebam o conteúdo com outro olhar, dando mais significado a cada conhecimento. A curiosidade, o interesse pelo aprendizado e a facilidade para associar cada assunto com a própria realidade ajudam a consolidar ainda mais cada tópico abordado.

Em vez de o estudante se ver obrigado a decorar conceitos, sem ao menos entender direito a importância ou o que significam, ele passa a enxergar o valor de cada um.

Por exemplo, se ele vir, em História, a escravização dos povos africanos, por que não juntar o tema com disciplinas como Educação Física (e ensinar Capoeira) e Geografia (abordando o estudo do continente africano e até a desigualdade racial no estrato social brasileiro de hoje), fazendo um diálogo entre cada ensinamento?

Ou, para alfabetizandos, por que não levá-los para visitar o jardim da escola e ensinar Ciências por meio do estudo dos animais e das plantas e, ao mesmo tempo, a construção de palavras, a partir da junção de cada sílaba do nome do bicho?

Levar os alunos a rever conceitos e preconceitos

Lembra-se do nosso questionamento no início do artigo? Ainda hoje, é comum nos depararmos com estudantes que desenvolvem uma resistência a determinada disciplina, por não conseguirem enxergar a usabilidade dela no contexto real. Isso, logicamente, prejudica o aprendizado.

Fazer a interdisciplinaridade leva cada um a rever esses preconceitos criados. Em vez de o pensamento ser “nunca vou usar isso na minha vida”, torna-se: “em quais outras circunstâncias posso usar o que aprendi nessas disciplinas para resolver outros problemas do meu dia?”. Isso estimula o aluno a, por conta própria, aplicar o novo aprendizado em demais cenários.

Estimular o pensamento crítico

Essa abordagem em instituições de ensino leva os indivíduos a desenvolverem formas diferentes de avaliar um mesmo problema. Diante desse estímulo, diversas habilidades cognitivas são adquiridas, e a capacidade de lidar com situações conflitantes aumenta, já que um mesmo assunto pode ser explorado por meio de vários pontos de vista.

Os alunos passam a observar as diferenciações entre as matérias e reparam como a abordagem de uma mesma dificuldade se transforma à medida que a disciplina lecionada também muda. Assim, passam a adotar essa consciência crítica de forma automática e autônoma, ainda que em situações distantes da sala de aula.

Conscientizar o aluno da interdisciplinaridade do mundo

Na vida real, precisamos lidar com as adversidades avaliando-as por vários ângulos. Problemas são complexos e demandam um olhar amplo. Dificilmente resolvemos algo a partir de uma visão segmentada.

A escola precisa seguir a realidade do aluno. As experiências educacionais devem refletir o aspecto multifacetado que a nossa existência tem. Não é uma única disciplina que dará conta de explicar todos os lados de uma única questão. A partir do aprendizado na escola, o estudante é capaz de entrar em processos de generalizações e levar para o dia a dia o que conseguiu abstrair sobre a forma de lidar com as dificuldades.

Ampliar a visão dos educadores sobre os tópicos abordados

As vantagens existem para o corpo docente também, que precisará mudar sua forma de analisar as questões. Os educadores terão de ter um conhecimento vasto sobre os temas abordados, não ficando restritos apenas ao seu campo de saber.

Ademais, a interdisciplinaridade leva a uma maior interação entre a equipe e ao aumento de sinergia em prol de um objetivo comum: tornar o aluno bem preparado para a vida. Além disso, ainda há uma melhora do ambiente de trabalho para esses profissionais, deixando-os mais felizes e engajados em sua missão.

Como trabalhar a interdisciplinaridade nas escolas?

Trabalhar a interdisciplinaridade exige do professor uma atitude que vai além do que manda a grade curricular. É necessário ter uma postura endógena, além de criatividade na educação. Para que seja interessante, é importante estimular o interesse em torno de um assunto geral e utilizar as disciplinas como ferramentas para compreender cada detalhe dele.

Promover a ação continuada

De início, é importante sensibilizar os professores sobre a relevância da interdisciplinaridade na educação. Por mais que os gestores compreendam o valor dessa abordagem na forma de ensinar, o efeito não será tão positivo se a questão for apenas imposta.

Isso significa que, além de o corpo docente estar preparado para a implementação, ele precisa ter motivação para tal. Com isso, apresente a questão de forma teórica, reforçando, por meio de exemplos e experiências, o quanto a abordagem é necessária e benéfica.

Uma das ideias da interdisciplinaridade é estimular o aluno a buscar uma formação continuada, sendo ativo diante de sua própria educação. Assim, professores precisam ser estimulados a ter a mesma atitude. É a partir da educação e instrução que eles adquirem, que serão aptos a incentivar os estudantes a ir pelo mesmo caminho.

O papel da coordenação pedagógica é fundamental nesse primeiro momento, a fim de orientar com relação às dificuldades e amenizar possíveis resistências.

Planejar de forma conjunta

A filosofia da interdisciplinaridade é o trabalho conjunto das disciplinas. Dessa forma, a equipe precisa estar apta a realizar planejamentos em grupo. As matérias devem andar junto, de forma a proporcionar a visada integração. Os professores precisam conversar entre si. Os programas de ensino devem rumar para a convergência.

Na prática, isso terá variações, de acordo com o segmento escolar. Por exemplo, crianças da alfabetização terão experiências diferentes das de adolescentes do ensino médio.

Flexibilizar

Quando falamos em abordar o ensino por meio de uma perspectiva diferenciada, rigidez não combina.

Isso quer dizer que será preciso repensar alguns modelos de transmitir o conteúdo. Por exemplo, fazer uso da sala de aula invertida pode, além de ser necessário, promover no aluno o interesse por ampliar seus conhecimentos. Isso o motiva a ter mais atenção aos conteúdos passados pelos professores e, também, a buscar seu conhecimento por conta própria.

Além disso, ao trabalhar com várias disciplinas ao mesmo tempo, é possível que surja a necessidade de alterar a ordem em que os conteúdos são transmitidos, para que os alunos consigam compreender as questões com mais propriedade.

Escolher recursos que se integrem ao conhecimento

A melhor maneira de apresentar a interdisciplinaridade aos alunos é inovar e levar para a sala de aula algo que faça parte da realidade deles. Textos jornalísticos, letras de música, gibis ou vídeos de youtubers podem ser ferramentas que ajudarão no engajamento.

A internet, atualmente, colabora para a inserção da interdisciplinaridade na sala de aula. Por meio dela, é possível encontrar uma série de conteúdos e produções que servem como recursos nesse sentido. A questão é adaptar algo que já seja do interesse do estudante e, dentro disso, interagir com as várias disciplinas

como aplicar metodologias ativas

Como é feito o planejamento de um projeto interdisciplinar?

Primeiro, é importante haver um bom entrosamento entre todos os professores de uma mesma turma. Depois, é preciso se perguntar se há conteúdos específicos que podem ser trabalhados de forma conjunta.

É essencial analisar o que cada disciplina traria de positivo ao abordar o assunto. Caso não sejam percebidas as vantagens, o melhor é repensar o tema. Não há necessidade de incluir todas as disciplinas, o importante é a qualidade do que será tratado.

Após definir as áreas, todas as etapas de trabalho precisam ser programadas conjuntamente. A parceria entre o corpo docente precisa ser constante. Assim, é preciso:

  • traçar o caminho para cada disciplina: como cada matéria abordará o tema, quantas aulas serão necessárias para isso, como se dará a integração entre cada disciplina;
  • definir expectativas de aprendizagem: quais os objetivos gerais e específicos de cada disciplina e qual a intenção com o resultado total;
  • sequenciar as atividades: qual a ordem de cada matéria, em quanto tempo tudo será finalizado;
  • propor avaliações: de que forma o conhecimento dos alunos será medido, como a instituição de ensino conseguirá saber se obteve êxito.

Durante a implementação, a interação entre os professores precisa continuar, a fim de garantir a efetividade nos resultados.

Além disso, é fundamental observar como tem sido a receptividade dos alunos. Não necessariamente um projeto que deu certo em uma turma terá o mesmo efeito em outra. O grupo é diferente, logo, as dificuldades não são as mesmas. Os professores precisam estar sensíveis a situações como falta de socialização ou dificuldade em uma área específica.

Por fim, é importante colher feedbacks, tanto dos próprios alunos, quanto da observação de cada professor em relação ao conteúdo passado. E, a partir das avaliações de resultado, a escola pode pensar em otimizações futuras. Os projetos têm de estar em constante transformação, para se ajustar àquilo de que cada turma necessita.

Quais são os exemplos de projeto interdisciplinar para os ensinos infantil, fundamental e médio?

É importante partir de temas que se relacionem ao interesse dos alunos no dia a dia. Assim, cada segmento exigirá uma abordagem diferenciada. Veja alguns exemplos.

Educação infantil

Crianças em suas primeiras fases escolares precisam de muitas tarefas lúdicas para se engajar. Integrar musicalização, teatro, matemática, artes e linguagem oral e escrita pode deixar o projeto mais motivador. Uma ideia é levar as crianças para visitar o jardim da escola e, a partir das plantas e flores escolhidas por cada um, colocar em prática cada disciplina. Veja:

  • na Matemática, é possível contar, por exemplo, quantas pétalas cada flor tem. Depois, descobrir o quanto as operações de adição e multiplicação estão interligadas;
  • em Ciências, é possível estudar, de forma básica, o papel de cada parte da planta e como ela chega a se desenvolver;
  • na Linguagem, podemos estudar a formação de palavras, frases e introduzir conceitos, como o de adjetivos;
  • em Musicalização, podemos nos utilizar de canções infantis em que existam o tema ou as palavras abordadas.

Ensino fundamental

No ensino fundamental, também é preciso ter algumas estratégias e criatividade. Por exemplo, implementar a gamificação na educação tende a estimular a aprendizagem. O tema “alimentação saudável” costuma ser bem-aceito pela grande parte das crianças, já que alguns desses alimentos fazem parte do cotidiano delas.

Uma ideia seria trabalhar com frutas. Nesse tema, em Ciências, poderíamos abordar a importância de alimentação saudável para prevenir males, como anemia e colesterol alto. Além disso, falar sobre a importância de cada nutriente e como ele é trabalhado no organismo.

Em Língua Estrangeira, é possível estudar o vocabulário. Em Matemática, podemos abordar conceitos de soma, multiplicação e divisão ao preparar uma salada de frutas. Também, nessa fase, já é possível trabalhar aspectos emocionais e distúrbios, como anorexia e bulimia.

Ensino médio

No ensino médio, os jovens tendem a ser mais questionadores. Muitas vezes, é nessa etapa que mais surgem relutância em relação a alguma matéria, pela falta de compreensão dela na prática do dia a dia. Com isso, é importante fazer uso, justamente, das disciplinas que causam mais polêmica.

Como exemplo para atividade interdisciplinar nessa fase, trouxemos um projeto apresentado no Centro Universitário Univates sobre química dos alimentos. O objetivo foi inter-relacionar disciplinas de Química, Biologia, Matemática, Educação Física, Português, Geografia e História ao abordar o tema em questão, como:

  • em Química, foi realizado um estudo sobre a relação entre química orgânica e os alimentos, ao tratar de conservação e aditivos, por exemplo;
  • em Biologia, foi criada uma pirâmide alimentar com o intuito de estabelecer uma ligação com doenças e a alimentação inadequada;
  • em Matemática, os estudantes foram colocados para criar gráficos sobre dados coletados a partir dos valores médios da cesta básica;
  • em Educação Física, foram comparadas atividades mais e menos intensivas para falar sobre perdas calóricas. Outra atividade foi, com Matemática, o cálculo de IMC (índice de massa corporal) com construção de gráficos;
  • em Português, foram vistos gêneros textuais e intertextualidade relacionados ao tema;
  • em Geografia, os alunos estudaram a cultura da alimentação em localidades diferentes;
  • em História, viram a evolução histórica dos alimentos e a mudança sobre conceitos de beleza na sociedade.

Bem, esses foram apenas alguns dos variados exemplos existentes na forma de aplicar a interdisciplinaridade. Como já sugerido, é importante estar atento às demandas de cada turma, a fim de saber o que pode funcionar melhor em cada caso. Não deixe de pesquisar sobre o tema e buscar mais dicas para aplicar interdisciplinaridade em sala de aula.

Para concluirmos nosso assunto sobre interdisciplinaridade na educação, podemos dizer que, daqui em diante, esse estilo de abordagem se tornará cada vez mais primordial. É preciso aceitar que algumas mudanças terão de ser feitas no ensino para que a instituição consiga acompanhar as novas exigências da vida.

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