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Saiba como o GTD pode melhorar a produtividade dos professores!

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Você conhece o método Get Things Done (GTD)? Foco e produtividade são grandes desafios na busca por eficiência. A quantidade de informações a qual somos expostos diariamente é muito grande, fazendo com que a distração se torne uma rotina, especialmente quando pensamos em quão bem fazem esses momentos de desvio de atenção do problema.

De fato, uma mente relaxada consegue resolver problemas de forma mais clara do que uma com sobrecarga e estresse. Com uma mente acostumada na procrastinação, fica a sensação de que temos muito trabalho e não estamos dando conta, ou estamos desanimados com o ambiente e afazeres e, muitas vezes, não é falta de motivação por parte do local de trabalho, e sim de autogestão e também automotivação.

Mesmo os professores, que são vistos como exemplos de foco e produtividade, podem ficar com esses fatores comprometidos. Afinal, isso é completamente humano e nada tem a ver com algum desânimo relacionado à profissão.

Profissionais de diversas áreas já usam o GTD para melhorar seu ritmo de tarefas a serem cumpridas, e não se trata de apenas finalizá-las, mas acima de tudo, de entregá-las com qualidade. Quer conhecer esse método para agilizar a sua vida? Então continue a leitura deste post!

O que é o método Get Things Done?

Talvez você já tenha visto em prateleiras de livrarias o livro “A arte de fazer acontecer” de David Allen. Allen é o responsável pelo nome do método e pelo desenvolvimento dos passos do GTD, um método que tem, como objetivo, organizar e colocar em prática as ações necessárias para cumprir uma tarefa de forma eficaz dentro do prazo preestabelecido.

Nem sempre as pessoas conseguem seguir uma rotina diária de organização de tarefas, já que imprevistos acontecem, especialmente quando se trabalha com e para outras pessoas, como no caso de instituições de ensino. Com os passos do método GTD, esses imprevistos podem ser amenizados e entrarem na jornada de tempo dos profissionais sem impactarem outras tarefas.

Como o GTD ajuda na produtividade de professores?

O preparo de aulas já envolve uma carga grande de informações e afazeres, como separar os materiais e revisar os autores e textos a serem trabalhados pelos alunos. Junto disso, há correções de trabalhos, provas, pesquisa bibliográfica, relatórios etc. Fora suas pausas para descanso e assuntos da vida pessoal.

Mais importante ainda, a qualidade de ensino de um professor passa pela dedicação em aplicar metodologias que transformem a sala de aula em um ambiente mais agradável e produtivo, algo que pode ser mais facilmente obtido quando a mente do professor está mais calma, permitindo que as ideias e o foco no assunto abordado fluam melhor, já que ele tende a ficar menos ansioso e se preocupe menos com o volume de trabalho.

O GTD funciona como uma ferramenta para selecionar as tarefas por ordem de prioridades e ações a serem tomadas, até que a mente se acostume a esse novo hábito, tornando o professor um profissional de alta eficácia, com a percepção de fazer mais na otimização de seu tempo.

Como usar esse método?

Quando falamos em criar uma rotina de organização de tarefas, pode parecer algo que requer muito empenho. Mas lembre-se que o cérebro pode se adaptar a um novo hábito em cerca de 21 dias.

Ou seja, pode parecer um desafio no começo, mas com a prática e comprovação de melhorias, em poucos dias planejar as tarefas dessa forma passa a ser algo que os professores têm domínio, e a aplicação desse método pode ser cumprida por meio do seguimento de um passo a passo.

Tarefas

Reúna todas as tarefas que você precisa fazer no seu dia ou semana. Não deixe nenhuma de fora, por mais que ela seja considerada um detalhe, como mandar um e-mail de lembrete para determinada pessoa.

Decisão

Defina como e quando você vai realizar as tarefas acima. Por exemplo, adiar até outra data, dar prioridade, arquivar ou mesmo desistir da tarefa para dar lugar a outra que seja mais simples e rápida.

Organização

Use cores se está fazendo a lista em um ambiente virtual, ou canetas coloridas ou post-its se está usando um quadro físico. As cores fixas para as tarefas por seu nível de urgência aceleram o aprendizado do método e fazem você passar menos tempo procurando atividades urgentes.

Execução

A execução é o cumprimento das tarefas pela ordem de urgência e prioridades anteriormente elegidas. Dedique-se unicamente à tarefa que você está fazendo no momento, evitando se afundar em muitas atividades ao mesmo tempo, pois isso quebra o protocolo do GTD.

Manutenção

Conforme for realizando as atividades, faça a manutenção do seu quadro GTD, eliminando as que já foram feitas, reescrevendo as datas novas e trocando a ordem de prioridade das tarefas, sem esquecer de mudar as respectivas cores para evitar confusão e atrasos.

Quais ferramentas usar?

Diversas ferramentas de organização de tempo surgem pelo mundo da tecnologia. Assim, você pode ter sua agenda sem peso junto a você em vários lugares, fazendo a manutenção e execução de forma correta.

Veja alguns exemplos de ferramentas digitais que facilitam a aplicação do GTD:

  • Google Calendar;
  • Google Keep;
  • Evernote;
  • Todoist;
  • Trello;
  • Sunrise;
  • Microsoft OneNote.

Usar o GTD é muito fácil depois que você começa a ver os resultados na produtividade. Também é recomendado ter um compartilhamento de tarefas e do método para trabalhos em grupo, como é o caso de professores e gestores de escolas. Assim, toda a instituição fica alinhada e em dia com suas atividades.

A gestão de processos acadêmicos é importante para demonstrar um ensino alinhado com os objetivos da instituição pois, muitas vezes, atrasos e erros podem gerar frustrações no ambiente de trabalho e nos alunos. O Get Things Done evita que essas falhas aconteçam, pois garante o gerenciamento de atividades com lembretes e ordenação por prioridades.

É possível, por meio de um sistema de gestão acadêmica, implementar o Get Things Done na rotina de todo o corpo docente. A aplicação em toda a instituição faz com que a comunicação entre os profissionais melhore a excelência.

Além disso, quando um profissional não pode realizar alguma função para a escola, outros colegas podem ajudá-lo a cumpri-la. Assim, o GTD assegura a eficácia como seu objetivo último, não permitindo que profissionais acumulem um número de tarefas que ultrapasse as suas capacidades a ponto de deixá-las sem finalização.

Interessante como algumas mudanças podem impactar na otimização do dia a dia de uma instituição, não acha? Para saber mais sobre a importância da gestão de produtividade acadêmica, não perca este artigo que preparamos sobre o tema.

 

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